Posts Tagged 'saudade'

Saudade…

… eterno filme em cartaz.

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sesame_street

(…)

do tanto que ficou por dizer…

iceberg

Te olho nos olhos e você reclama. Desculpa. Eu, que te ensinei quem sou, até onde posso ir pra te resgatar… sem renunciar a mim?

Do muito que eu li e do pouco que eu sei, nada me resta. A não ser…

Depois te conto.*

So when will this end? It goes on and on… over and over, and over again. Keep spinning around, I know that it won’t stop till I step down from this for good.

* marcela biasi.

Dois mil e nove

 Escrever o livro da Aldinha; viajar muito; beber cerveja no boteco; torrar na praia; dormir na piscina; passar dias com um único propósito: ler enrolada no cobertor; terminar a Torre Negra; ir ao cinema 1x por semana; shows, shows, shows; dirigir cantando; manter o bom humor sempre; trabalhar nonstop; ganhar dinheiro; gastar dinheiro; não passar finais de semana trancada em casa; novos amigos; velhos amigos; morrer de rir; morrer de dormir; acabar com o estoque de filmes bons da 2001; comer (bem) menos porcarias; passear mais no parque com a Teca; não tomar multas; não ficar no vermelho; economizar o crédito; The Sims 3; zerar Tomb Raider; Nordeste; Argentina; não falar tanto no celular; perder o resto dos quilos; bom humor; não me irritar com a chuva; curtir o trânsito ouvindo música; nada de solidão; amor e mais amor; respirar; vida.

Muri Air

Aqui da minha janela no trabalho eu vejo os aviões que descem pra Congonhas, por entre os prédios. Varig, Gol, TAM, Pantanal… Eles voam tão baixo já, que o trem de pouso e o nome da companhia gravados no “rabinho” do avião estão tão nítidos quanto a impressão de que falta pouco pra baterem em algum prédio.

 Adoro aviões, aeroportos e tudo o que isso envolve. Claro que o fato de que estar em um aeroporto implica em uma viagem próxima, o que é muito bom, mas sempre tem a volta, que é triste sempre – mas que de uma forma ou outra, também gosto. A parte que mais gosto do vôo é como o avião sobe, atravessa as nuvens e voa bem debaixo da lua e das estrelas ou do sol brilhando no céu azul. Não importa o tempo que esteja lá embaixo – frio, chuva, neblina ou poluição, no caso de São Paulo.
 Neste fim de semana, estive em Porto Alegre. Adoro sobrevoar o Guaíba e ir descendo, cruzando as avenidas principais, passar pelo Laçador e pousar no aeroporto. Engraçado como já sei de que lado o avião está vindo, ainda enquanto no céu. Ou ele vem pelo rio, ou por cima da cidade. É fácil saber a direção do pouso e reconhecer de que lado da cidade estamos. Coisa que não acontece em São Paulo. E nem estou falando de vôos noturnos, hein? Lá no Sul mesmo de noite é fácil se localizar, mas vamos dar uma trégua pra São Paulo. Aqui eu nunca sei de que lado estamos. Olhando pela janelinha, só vejo milhões de prédios e casas, avenidas, e não consigo identificar nenhuma. Olhando pela janelinha, ao invés de ultrapassar uma camada de nuvens ou neblina, o avião ultrapassa uma camadona de poluição e é nítida a mudança de cor do ar quando estamos descendo. Olhando da janelinha, vê-se uma fila enorme de aviões esperando pra decolar e descobre-se o motivo dos atrasos.
 Da janelinha fico esperando o tempo passar bem rápido e fico pensando: vem, 2010.

Muris in the air

Acho que posso considerar este blog como uma espécie de sanatório particular. Psicanálise digital. Do tipo: eu reclamo, você lê. =o)

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