Archive for the 'viagem' Category

French Roast

Eu tenho muita coisa pra falar aqui, mas sabe quando não vem aquela idéia sobre como começar exatamente?

Então…

Daí agora à noite eu acessei o Chongas e vi um vídeo de um curta nomeado ao Oscar 2010 na categoria de curta animado. Dá uma olhada:

 

Esse vídeo mostra um tiozinho esnobe, que foi ao restaurante e quando se deu conta, tinha esquecido a carteira. O final é clichê, mas fofo, e me fez linkar algumas das coisas que eu tava querendo falar…

Tenho ido bastante pra Ribeirão Preto, e sempre vou e volto da rodoviária de metrô. Eu normalmente vou muda, sentada do Conceição ao Tietê, normalmente no fundo do vagão, com a minha mala entre as pernas e a mochila no colo, batucando o pé com tênis no chão e reparando. Adoro reparar nas pessoas. Fico olhando o que elas estão fazendo, falando, como olham as outras pessoas.

Na hora de ir, normalmente por volta das 18h, o pessoal que tá no metrô é um povo de sempre. Aquele povo normal. Aquele povo que você vê na rua: meninas voltando da escola com os pais de terno e gravata levando as mochilas cor-de-rosa e discutindo se vai ou não ganhar um cachorrinho; moças com roupa de quem trabalhou o dia todo em algum consultório; emos com all star novinho, unhas pretas, lápis no olho, fones de ouvido conectados ao ipod e aquela cara de “papai cortou minha mesada, então eu sofro”; manos com cara de motoboy arranca-retrovisor; tios de mocassim e calça jeans com uma maleta nas mãos e expressão de “ora-poxa-veja-você-ninguém-mais-compra-enciclopédia”; gente com cara de quem saiu do escritório, da academia, do curso… E o engraçado é que todo mundo tem uma certa desconfiança de todo mundo. Basta entrar no vagão alguém um pouquinho mais mal vestido, ou com uma cara mais de poucos amigos pra notar uma movimentação inconsciente, silenciosa e discreta de bolsas sendo puxadas pra mais junto do corpo, mãos checando se o zíper da mochila está fechado, apalpando se a carteira continua no bolso, ou guardando o telefone na bolsa, o ipod no bolso, a filha embaixo do braço. Barulho.

Mas na hora de voltar a coisa é diferente.

Meu ônibus normalmente chega às 4h20 da manhã na rodoviária do Tietê, e o metrô abre às 4h40. Então eu pego um café na Casa do Pão de queijo e me encosto num pilar junto com a pequena multidão que espera os portões se abrirem. São cerca de duzentas pessoas, mudas. Quando se ouve a porta elétrica abrindo (sim, dá pra ouvir), tudo o que se escuta são bocejos e o barulho de passos em direção às escadas que dão acesso aos trens. Todos os vagões lotam em silêncio. Sentada, observo. O pessoal da madrugada é diferente. Ao contrário do que algumas pessoas pensam – e já me disseram (“cuidado, ficar andando de metrô 4h30 da manhã! cheio de bêbado, bandido.”) o pessoal da madrugada são pessoas que a gente não vê na rua. São aquelas pessoas que enquanto você está andando na rua, estão trabalhando. E que enquanto você está almoçando, estão trabalhando. E que enquanto você está voltando da escola, saindo da academia, indo embora do trabalho, ouvindo música, contando uma fofoca, pensando na vida ou indo pra rodoviária pegar um ônibus pra viajar, estão trabalhando. São pessoas com cara de sono, com olhos de sono, com expressões de sono. São mulheres e homens, de todas as idades, com roupa limpa e recém tirada do cabide. São meninas de meia calça e salto, se equilibrando na plataforma com evidente dor nos pés e uma pasta com currículos nas mãos; são senhores de cabelo e barba grisalhos trajando ternos com cheirinho de amaciante e um emblema de companhia de segurança; são senhoras de saias jeans e sapatinhos, segurando sacolinhas com guarda-chuvas e comendo biscoitinhos que tiram desconfiadas de dentro da bolsa, com uma certa vergonha do barulho que faz o pacote e o crec crec enquanto mastigam no silêncio sonolento do vagão. São pais e mães levando filhos pequenos ou grandes, com ou sem doenças aparentes, descendo em estações próximas a grandes hospitais públicos. São moços (os manos, aqueles das 18h) de roupa de motoboy, mochila, sentados no banco dormindo e acordando automatica e milagrosamente na estação certa para irem pro turno das 5h da manhã. São pessoas simples, humildes. Nem perto bem vestidas quanto aquele outro pessoal. Mau encarados, com cara de nenhum amigo. Com sono, com rugas no rosto de tanto franzir pensando em problemas que são tão óbvios em seus olhos quanto na condição dos sapatos.

E sabe o que é mais interessante?

Ninguém segura a bolsa pra mais perto do corpo.

Primeiro post do ano

Tá, eu sei que o ano começou ha 13 dias e blablabla, mas ah. Andei ocupada. Só que o post será longo, portanto aviso aos preguiçosos:

SE VOCÊ NÃO QUER LER SOBRE MUITOS FATOS NÃO MUITO INTERESSANTES POR MUITAS LINHAS, FECHE AGORA A ABA DO SEU CHROME.

(sim, pq uma pessoa que ainda usa o Explorer ou aquela porcaria de Mozilla que atualiza 15x por semana não merece o meu respeito)

Vamos lá.

Passei 12 dias em Venceslost, o que não me dá muito assunto pra contar. Primeiro porque choveu TODOS os dias, exceto no primeiro, quando tomei um solão e fiquei 3 dias roxa. Segundo porque mesmo reencontrando primos e mais primos, as novidades são sempre as mesmas do ano anterior, exceto uma criança que tá cada dia mais velha e faz eu me sentir mais idosa a cada ano. Tipos, “eu te vi de fraldas dançando a Dança da Cordinha, Fulana, e você vai fazer quinze anos!”. u.u Terceiro porque um lugar onde você vai tomar sorvete sentado na praça não é lá muito movimentado, né. Mas é bom. Onde mais eu iria conseguir chegar em qualquer lugar em menos de 10 minutos? Ou tomar sorvete recheado por R$1? Ou rir de chorar com pessoas que em 10 minutos fazem parecer que um ano quase todo não passou de algumas horas, e que a amizade será pra sempre, exatamente a mesma? Ou dormir até tarde, acordar e ter almocinho pronto…  colinho de pai e mãe! 🙂

O mais legal foi levar Tica e Teca junto, e ver as duas fazendo a maior amizade com os gatos lá de casa! Tica no último dia tava até rolando no chão limpo com Veja junto com o preto louco. Os dois. Lokis das dorgas.

Bom, mas daí eu voltei de lá de carro, quase 600km sozinha e tal. O detalhe da viagem não foi nem um babaca apostando corrida (sozinho) comigo e ficando puto cada vez que eu mudava de faixa e ficava tipo 40 carros na frente dele, e nem a multa grave por excesso de velocidade que meu pai me ligou hoje orgulhoso e contente pra me contar e dizer que ficaria feliz em pagar e em aceitar como seu o desconto de pontos da carteira (NOT), ou ainda a overdose de todos os meus mp3 over and over again. Não. Nada disso. O detalhe da viagem de volta foi a Tica miando o.tempo.inteiro. Ela miou assim tipo por umas duas horas. SEGUIDAS. Daí tá, resolvi soltar a gata. Soltei. Daí ela saiu, e sumiu. Em 10 min ela apareceu no meu OMBRO, atrás do banco, e soltou um: “miau?” Caralho! Que susto! Daí ela continuou e não parou nunca mais. O engraçado era que cada hora eu ouvia ela miando de um canto do carro, e eu abria a janela nos pedágios com o maior medo de sair um gato voador e pular na cara da moça do caixa. As vezes eu achava que ela estava incomodada com o volume do som e abaixava. Ela ficava muda. Tipo: oO. … MIAU! Foi foda. Fora que depois de 12 dias numa casa gigantesca, ela ficou uns 4 pra acostumar de volta aqui, e o tédio dela era tanto no apertamento que ela faltava só subir no LUSTRE. Reflitam.

Ah, falando em refletir, semana passada fui assistir Avatar. Não, não foi no Imax e sei que você deve estar pensando: “QUEM na face da Terra mora em SP e não vai assistir Avatar no Imax?!” e eu te digo: “Então tenta comprar o ingresso e vou contigo e vejo de novo.” IMPOSSÍVEL, mané. Tudo esgotado, a não ser que você tope sair da zona sul e ir pra zona oeste em pleno domingo 10h da manhã pra ver um filme de 3 horas de duração. Quer dizer.

Então fui ali no Market Place mesmo. E CARA. O filme é muito bom. Vale muito a pena, em todos os sentidos! É de arrepiar, de chorar, de rir… Vale a pena assistir só pelo trabalho todo e paciência de dar inveja a Jó do James Cameron em esperar todos esses anos pra ter uma tecnologia decente pro roteiro maravilhoso dele… Nem vou falar mais nada. Assiste o trailer:

Ah! E quem falar que Avatar é uma mistura de Smurfs com Thundercats toma porrada, ok? Bjocas!

avatar_smurf_heman

 

Falando em tomar porrada… hoje começou o BBB10. Yay! Três meses de pura diversão e adrenalina, onde a galera vai armar altas confusões e grandes aventuras num clima de muita paquera e azaração! ATORON! Ainda por cima essa versão do BBB tem 6 pés no arco-íris. Reflitam! Babado e baphón! Huehueheuheuehuehuehe! Ah, olha que muito bom o BBBizarro do KibeLoco desse ano:

BBBizarro10a1 Uheuehueheuheueheuheueheuheuhe!!! IMPAGÁVEL!!!

E falando em pagar, hoje fui no shopping procurar um presente e acabei comprando uma blusa. Porque né. Vai ter o show no final de semana e tal… Só que tipo. Foi um PARTO achar uma que eu gostasse naquela porra daquele shopping Morumbi. Eu nunca vi tanta loja com tanta coisa que eu não quisesse. Juro! Daí achei uma… só que TIPO ASSIM que tem um CACHORRO desenhado! UHEUEHUEHEUEHUEHEUEHEUHEUEHEUEHUEHU!!!

DORGAS, MANO!!

Não aguentei. Vou vestida de abêia no show. [/interna] – quem não entendeu, clica aqui.

Só que comprar é uma coisa que não se pode começar a fazer… e eu queria outra blusa. Só que se foi um parto achar UMA, onde eu ia achar OUTRA? Resolvi ir na C&A. Entrei e já desisti de blusa. Nada que prestasse… vi umas calças. Cara. Eu nunca vi numeração de roupa tão louca na vida. Uma calça M serve, e uma tipo PMG (para muito gordas) fica apertada. Oi? Pois é. Mas como C&A pra mim tem um histórico Compre & Arrependa, desisti. Vou viajar com as minhas roupas mesmo que eu ganho mais.

Enfim. Não vou ficar aqui falando de como estou empolgada com essa viagem e com estes shows. Nem de como vai ser sensacional passar o meu aniversário no Rio, vendo isso:

de perto, de novo. Nem de como eu já estou quase tendo trigêmeos pelo nariz de ansiedade, e querendo dormir e acordar logo pro tempo passar depressa!

E sabe o que é melhor? Que enquanto não estiver assistindo os shows, vou estar por aqui…

rio-de-janeiro-beach-leblon-1

De sexta a domingo… e daí, na segunda, dia 18… FÉRIAS! E depois de uma semaninha de férias com a amiga querida que vem de Ribeirão pra biscatear por São Paulo… FERIADO EM PLENA SEGUNDA-FEIRA!

Fala sério. Deus é bom. É mulher. E gosta de mim!!!

Agora deixo vocês aí com inveja e vou nessa.

Beijo, putada!

#PAS [/interna2]

Fotos e Fatos do Feriado

Meu feriado foi maravilhoso. Dormi muito, descansei muito, namorei muito… TUDO DE BOM. Sabe quando dá tudo certo, não chove, o tempo fica gostoso e ameno, as comidas são gostosas, dá tempo de fazer as coisas… Ai, ai.

Então, pra vocês morrerem de inveja:

Viagem de carro pela Rota Romântica do RS, até Gramado…

gramado_portico

Paradinha em Canela pra almoçar um Café Colonial…

(pra quem não sabe o que é Café Colonial, clique aqui.)

coelho

Passeio no Parque do Caracol…

Cascata_Caracol_edit

Passeio e compras pelo centrinho…

gramado

Fondue à luz de velas…

fondue_queijo

Discussão sobre OVNIs, ETs e religião…

ufo

Visita à futura casa nova

terra nova

Passeio na Redenção com a criançada…

redenção

Show de Humor de rir até chorar…

guri

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Galeteria…

galeteria-benvenutti3

Passeio em Ipanema…

ipanema800

Jantar porcaria no Xis Belo mais gostoso de Porto Alegre…

Tia Zefa

E finalmente, voltar pra casa de Azul pra ver como funciona a bagaça!

azul

Concluindo: é possível ser feliz longe de shoppings e cinemas! Hehehehehe!

Eu poderia escrever aqui no post sobre toda a correria desnecessária, a espera quilométrica pelo ônibus Campinas – Shopping Eldorado às 23h de ontem, do trânsito de quase 2 horas do dia 31 entre Congonhas e Guarulhos, dos milhões de calorias ingeridas que me transformarão numa chupeta de baleia e tudo mais. Mas optei por não fazer isso e guardar só o que teve de bom. Afinal, o passeio foi meu, e acontecimentos bizarros comigo é pleonasmo, certo?

Então tá, beijomeliga.

obs: primeiro post pelo Live Writer. Sensacional! Valeu Du! 🙂

Au revoir

Hoje nada vai me tirar do sério. Hoje eu acordei 7h, coisa inédita na minha vida! Me arrumei e cheguei no trabalho 8h05, outra coisa inédita na minha vida. Por quê? Porque hoje, às 17h, eu vou-me embora pra Pasárgada onde eu sou amiga do Rei e tenho o que eu quiser na cama que eu escolherei ou qualquer merda assim.

A peregrinação se inicia às 18h30, quando saio de casa e vou pra Congonhas. Às 19h pego o ônibus da TAM pra Guarulhos. Pelos meus cálculos, vai estar trânsito, e o ônibus vai demorar cerca de 1h20 pra chegar lá. Assim, chego lá por volta das 20h20, faço meu check-in BEM antes pra não ter o menor risco de overbook e fico coçando, esperando meu voo das 22h10 que sem qualquer sombra de dúvidas, vai atrasar. Com relação a este tipo de coisa, eu sou bem mala, mesmo. I mean, eu prefiro quinhentas vezes ficar esperando o avião lá na sala de embarque, ouvindo minhas musiquinhas e lendo meu livro, que sair de casa em cima da hora e ficar uma pilha de nervos desesperada, morta de medo de perder o voo.

Aliás, falando em perder o voo, vocês viram isso? Uma chinesa louca perde o avião no aeroporto de Hong Kong e faz um escândalo que é tão exagerado que chega a ser incompreensível. Mas o mais legal foi um vídeo sacaneando este, com legendas em português que parece que a mulher está falando exatamente a mesma coisa! Check it out:

FA-LE-CI! É muito bom! Só não é melhor que o dos gatos discutindo a relação. HAHAHAAHAHAHA!

Pois é, hoje nada vai me tirar do sério meu bem. NA-DA. E pra quem quiser infernar minha vida…

Oi, vai tomar no cu

Ontem aconteceu uma coisa muito, muito, MUITO chata aqui no trabalho. Sabe aquelas situações que acontecem que te mostram coisas como o real lado das pessoas e a realidade sobre coisas que você finge não ver pra não se chatear? Pois bem. Resolvi abrir bem meus olhos daqui pra frente. Não por medo, mas por amor-próprio. Talvez tenha sido pra me mostrar que eu preciso ter mais ação que reação pra fazer os outros realmente se arrependerem do que aconteceu. Tem acontecido, na verdade, desde o início.

Mas, enfim. Não dá pra ficar muito tempo emburrada. Já chorei de raiva, falei mal pra Deus e o mundo, e agora está na hora de arregaçar as mangas e partir rumo ao que me faz feliz. Tipos as coisas que vão acontecer a partir de sexta.

Tipo isso:

Beijinho

Isso:

Prainha da Joaquina / SC

Isso:

Breja

E isso: 

Camarãozinho com limão

Ai, que triste.

Vai ver é isso o motivo: INVEJA.

HAHAHAHAAHAHAHA!

Evil Laugh

Oremos

Não tenho lá muita coisa pra declarar hoje. 

Vou pra casa, lá na ilha de Lost. Buscar meu cachorro, sabem? E também dar um beijo no pessoal. Aproveito e mostro a cabeleira nova, que ficou bem legal.

No mais, não tenho lá muita coisa pra declarar hoje.

 

porfavorporfavorporfavorporfavorrrrr, Deus!

porfavorporfavorporfavorporfavorrrrr, Deus!

… com destino a… Macapá

Aeroporto é sempre uma experiência engraçada. Tem cada tipo de pessoa mais diferente que a outra: artistas, anônimos, crentes, malucos, hippies, rockeiros, gays, emos, indies, playboys, patricinhas, largados, cools, ricos, pobres. O que me chamou a atenção ontem, em particular foram, inclusive, uns espécimes desta última categoria.
Meu vôo era 22h10, e cheguei 21h15 em Congonhas. Milagrosamente a fila da Gol estava muito tranqüila. Aliás o aeroporto inteiro estava muito tranqüilo (crise, for sure). Só que, pra dar aquela variada gostosa*, tinha um grupo muito, mas muito sem noção na minha frente. Era o típico grupo de pobre que agora-a-Gol-tem-promoção-intão-nóis-parcela-em-quinze-veiz-e-vai-vê-as-tia-de-avião. Tipos, eram 2 moças e um casal. As moças (ok, fui bem legal com elas, as duas tem cara de tias) eram loiras e alisadas, com a calça socada no rêgo. Foram comprar comida e refrigerante 2x enquanto não chegava a vez delas (a fila durou 20min). A do casal era mais uma pobre da espécie Blondor alisabelis, em companhia dum macho da espécie Tocomendus a ninfets, trajado numa camisa frorida. Méldels. Se fosse só isso, ainda ia. Mas elas ficavam de costas pra fila, enrolavam e atravancavam tudo, e ainda pegaram um Sony Ericsson que probably ganharam de promoção do R$1 da Claro e colocaram música alta e começaram a DANÇAR em pleno aeroporto. Ok, pára tudo. Não. Zélia berrava no meu ouvidinho com a Simone lá no fundo, e eu graças a Deus apenas apertei o “+” do controle do volume pra nem ouvir a música alheia. Pela cara e dancinha da galera, era algo estilo Joelma rouca e no cio. Bom, chegando perto dos guichês eles todos sacaram papéis A4 com a carinha do site da Gol com os comprovantes e eu concluí: sempre tem uma primeira vez, mesmo. Perder papel imprimindo termos de uso da Gol é foda. Nessa hora o casal deu uma desatracada e pegaram as malas pra serem atendidos. Nisso um moço me chamou: – Próximo!, e foi a última vez que avistei o bando.

Acho que um psicoterapeuta faria uma monografia sobre os 5.
Ou sobre mim, de repente.

Vai saber. =/

*Da última vez tinha 3 gaúchos playboyzinhos metidos a gostosos tomando chimarrão e demorando HORAS pra andar na fila pq se distraiam conversando. Bá, tchê, que nervoso daqueles caras! PORRA, tem que tomar a merda do chimarrão na FILA DO AEROPORTO?! Toma na sala de embarque se é tão insuportável assim esperar pra tomar isso lá na terra deles! Fala sério! Eu não vejo mineiro sentado roendo um queijo minas na fila do banco. Meu cu.


Muris in the air

Acho que posso considerar este blog como uma espécie de sanatório particular. Psicanálise digital. Do tipo: eu reclamo, você lê. =o)

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