Archive for the 'tv' Category

.dã

Graxiiinha o layout novo do blog, né gente?

Enfim.

Meu final de semana foi absolutamente parado. Muito sofá, muito edredom, muitos dvds de Friends, muito sono. Só saí da toca pra ir no cinema assistir o filminho-água-com-açúcar-fofo-que-faz-a-gente-querer-viver-a-mesma-coisa-que-a-mocinha novo do Patrick Dempsey (doctor Derek Shepherd lindíssimo). Filme fofo, de mulherzinha. Mulherzinha com TPM, diga-se de passagem. E de dieta.
Preciso de uma faxineira, de uma chapinha definitiva e de doses fortes de calmante. Ultimamente ando tão irritada que me dá vontade de morder alguém na cara pra aliviar. Não sei por que, mas acho que tem a ver com minha TPM. E com a dieta.

Enfim.

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Mix

Mudei.

Minha casa tá com caixas pela sala, e hoje eu sofri minha primeira crise de solidão pós-final-de-semana-com-pais-por-perto-me-ajudando-a-mudar-e-escolher-móveis enrolada no edredom assistindo A Dama e o Vagabundo. Clássicos Disney me levam pra uma salinha dentro do cérebro que tem um corredor de acesso ao coração muito especial, que fica trancada e só abro pra ficar feliz. Mas confesso que quando eu era criança o filme era super longo e triste. Tipo, eu nem chorei quando a Lady foi pega pela carrocinha e os cachorros começaram a cantar e chorar.

Aliás 1: falando em filmes, a-do-rei a 2001. Tem absolutamente DE TUDO! Achei O Segredo do Abismo, dá pra acreditar? Mas estava alugado. Essa semana eu alugo! O mais incrível foi que eu cheguei pro funcionário e falei:

– Tô procurando um clássico de ficção, antigão, mas não lembro o nome. Lembro que o nome tem algo a ver com oceano… extraterrestres…
– O segredo do abismo?
-…meu, é!

Amei.

Aliás 2: falando em crianças, como assim a Globo vai passar Os Simpsons na TV Globinho?! Pessoas, Simpsons é desenho adulto! Com drogas, sexo, desrespeito à leis e maus exemplos! Quanta apelação, Jesus. Se eu fosse mãe, não deixaria meus filhos assistirem a TV Globinho mais. Ninguém merece.

Pra finalizar, uma foto do canteirinho que meu pai fez na janela do meu quarto.

Nhoin!

Sobre o Oscar e outras coisas

Ok, ontem foi noite de Oscar. E eu devo dizer que mesmo tendo feito uma pauzinha básica pra ver o Veadinho Peludo indicar mais uma vez quem ele inveja pro paredão, eu assisti o Oscar inteirinho. Vamos às minhas considerações:
– Pra começar eu acho que Onde os Fracos não tem Vez não mereceu ganhar por melhor filme. Tá, o filme é ótimo, todo moderninho em seu assassino com gás pressurizado, três enredos misturados e um final sem final bem sem final mesmo. Mas COME ON, PEOPLE! E Juno que foi escrito por uma ex stripper e é tão lindo e bem feito?! E Sangue Negro com toda a sua crítica e a avareza do tio mal que quer o petróleo? E Conduta de Risco, com o George – Come on, baby – Clooney lutando contra a própria máfia onde ele trabalha pra defender quem tá processando seu próprio cliente?! Hein? E Desejo e Reparação com aquele figurino exepcional, uma fotografia maravilhosa e uma história liiiiiinda?!

Não admito. Qualquer outro merecia ganhar mais que OFNTV.

– Gente. O Javier Bardem sem cabelo de Beiçola e maquiagem de filme tosco é gostoso, hein? Que era aquilo, minha gente?

– Só perde pro George. Ah, George, por quê você não responde meus e-mails? 😦 E quem é a baranga? ¬¬

– Por queê o Jack Nicholson não tira os óculos escuros dentro do teatro? Jack, a gente te acha bonitón, não precisa forçar! 😉

– A Renée Zellweger não se toca mesmo de que ela é BEM menos do que ela pensa, né Brasil?

– Aparentemente Nicole Kidman tem tara por chaveiros.

E no mais o Oscar foi a coisa mais sem graça do mundo, como sempre.
Fim.

Sobre o BBB

Eu assisto, adoro os quebra-paus, as cobrinhas e torço contra e a favor mesmo, admito!
Mas eles precisam mesmo abraçar a televisão e ficar apontando e chorando quando o Bial mostra os familiares torcendo contra os outros dois concorrentes no Paredão?
“Aaaaaaaaaaaaaaaameupaiminhamãeopedrinhomeudeusmeunamoradoaimeudeuspaimãeaimeudeus”.
Na boa, é tão esperado e ridículo. Eu fico 2 meses sem ver meus pais e os “nossos heróis” ficam 1 mês e uns dias e tem esse ataque histérico.
Pior que tem quem se emociona.

Bela Bosta, hein Brasil?

PS- Gostaram o layout novo? 😛

Hoje é dia de Bigbródi…

…portanto, para vocês, algo em quê pensar:

“Um monte de gente sem ter o que fazer assistindo a quem não faz nada” (Macaco Simão – sobre o Big Brother)”

Guerreiras e heróis (Martha Medeiros, Zero Hora de 23/01/2008)

Não estou assistindo ao Big Brother, mas vi a chamada para o programa dia desses. Mostrava uma moça, uma das participantes, olhando pra câmera e dizendo com ar dramático: “Eu sou uma guerreira!!”. É de dar nos nervos. Guerreira por quê? Porque está participando de um programa de televisão que vai levá-la, no mínimo, à capa da Playboy? Guerreira porque foi escolhida entre milhões de candidatos para ficar comendo do bom e do melhor e jogando conversa fora com um monte de desocupados? As pessoas não têm culpa de serem burras, mas mereciam uma surra por se levarem tão a sério.
O Big Brother é um programa de tevê como outro qualquer e não defendo sua extinção, mas é preciso ficar atento a certos exageros. Por exemplo, é um exagero condenar o jornalista Pedro Bial por apresentá-lo, o cara está trabalhando, só isso. Por outro lado, ele perde a noção quando chama aquele pessoal de “nossos heróis”. É o mesmo caso do “guerreira”: a troco de que usar essas expressões graves e superlativas para falar de uma brincadeira televisiva onde todos sairão ganhando?
O que irrita no Big Brother, mais do que sua inutilidade, é o fato de os participantes serem tratados como vítimas. Qual é? Circula pela internet um arquivo PPS que, pela primeira vez na história dos PPS, me tocou. Ele mostra heróis de verdade: homens e mulheres que abrem mão do conforto de suas casas para fazer trabalho voluntário em aldeias na África e em clínicas móveis no Líbano. São pessoas que oferecem ajuda humanitária internacional através do programa Médicos sem Fronteiras e que não medem esforços para dar amparo e assistência a moradores de ruas e demais necessitados, seja no fim do mundo e ou aqui mesmo nas ruas do Brasil. Isso é heróico, isso é ser guerreiro. Quantos de nós, bem nascidos e bem criados, abrem mão de seus pequenos luxos para ajudar quem precisa?
Por isso, se você é da turma que liga pro Big Brother pra votar em paredões, pense melhor antes de erguer o telefone. Direcione sua ligação para um programa assistencial, gaste seu dinheiro com algo que realmente seja útil. Assista ao BBB, divirta-se e dê audiência, não há nada de errado com isso, mas cada vez que tiver o impulso de ligar pra tirar fulano ou sicrana do programa, se toque: tem gente mais necessitada precisando da sua ligação. O site do Unicef traz uma lista de entidades que você pode colaborar dando apenas um telefonema. Quer dar uma espiadinha? Então espie o que está acontecendo à nossa volta.



Foi o sr. D que indicou. 🙂

Protótipo de paraíso:

Um apartamento no 50º andar de um prédio chique. Alto, né? Tão alto que aquele som alto da cidade não consegue alcançar. Uma porta-janela de vidro que dá direto para uma grande sacada. Em frente, um parque enorme e arborizado, de preferência com um laguinho. A grade da sacada é de vidro também, de modo que dê pra deitar na espreguiçadeira, e ler com a imagem do parque. Dentro do quarto uma cama gigantesca e macia, cheia de almofadas. Uma tv enorme e uma coleção interminável de DVDs e canais a cabo. Do lado uma estante recheada de livros. Um telefone que só as pessoas que você ama / que nunca ligam tem o número, e um banheiro acoplado com uma hidromassagem maravilhosa.
Um cachorro limpo e cheiroso (visualize aqui o seu próprio cachorro) como companheiro de sonecas, e um vaso de rosas que seu namorado querido que chega do trabalho no fim da tarde mandou logo de manhã.

Imagine.

In the jungle, the wild jungle, the lion sleeps tonight

Agora são exatamente 14h55, e eu acabei de comer alguns cookies light do Pão de Açúcar. Comprei hoje cedo, saindo da fisioterapia, e realmente não acreditava que eles fossem tão gostosos. Achei que eles tivessem o gosto de uns cookies de soja – horríveis – que vendem aqui na Abril. 123 calorias 6 unidades. Comi umas 10 unidades, nunca vi mini cookies tão mini.
Enfim. O negócio é que me peguei comendo biscoito light enquanto mexia em planilhas que há alguns meses nem sabia fazer, com e-mails de reclamações de clientes apitando no Outlook e o pensamento na conta do banco (agora com o valor do aluguel a menos na soma) e me lembrei deste mesmo dia há cerca de uns 5 anos atrás. 2002. Eu estava no segundo colegial, de férias e provavelmente jogada no sofá da sala assistindo tv, sem me preocupar com nada além do pacote de pipocas que eu iria estourar em breve pra comer assistindo Sessão da Tarde ou algo assim. Não que isso realmente aconteceu há 5 anos atrás, mas era uma cena comum. Aliás, tudo era tão comum que fico com saudade de lembrar. Chegar da escola, almoçar e me jogar no sofá. Tv + edredom + Joey, meu gatinho persa preto fofo lindo, que Deus o tenha. E dormir muito, mesmo.
Hoje eu não tenho mais o Joey, mas tenho a Teca. E não durmo no sofá, mas na minha cama, mesmo. E sim, eu sinto muita saudade da rotina antiga, das férias frias e despreocupadas, de andar de meia pela casa inteira e jantar sopinha quente de feijão que minha mãe fazia, mas eu juro que se hoje, agora, eu pudesse pegar meu carro no estacionamento e ir pro meu apartamento, eu nem ia lembrar de Joey, de sopa ou de Sessão da Tarde. Não ia ficar deitada lembrando, pensando. Não. Eu ia me agarrar na Teca e dormir até tarde da noite. Assim, direto.

Por que eu sou nostálgica até que meu sono se prove maior. E ele sempre se supera.


Muris in the air

Acho que posso considerar este blog como uma espécie de sanatório particular. Psicanálise digital. Do tipo: eu reclamo, você lê. =o)

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