Archive for the 'trabalho' Category

Alegria de pobre dura pouco

Ontem no final do dia, eu achei que depois de anos pedindo e meses com o pé na lama, Deus tinha olhado pra baixo, apontado pra mim e dito:

– Essa gordinha mal humorada merece um presente.

E então eu acesso o site do banco, e eis que tinha uma grana EXTRA, quase do tamanho do meu salário, depositada lá. A princípio achei que de fato era o meu salário, mas seria impossível. Pois a empresa que me dá a alfafa nossa de cada dia chama Bananas, e a empresa que me depositou o dinheiro chama De Macacos S/A. Além do mais, eu enviei a minha nota pra Bananas na segunda-feira, e era humanamente impossível que na quarta o dinheiro já estivesse na conta. Eles sempre demoram uma década pra liberar a meia dúzia de centavos, como se fosse uma fortuna.

Daí meu olho brilhou. Depositaram errado!! Algum trouxa depositou uma grana errada na minha conta! Salvei a minha vida, era exatamente o quanto eu precisava pra sair da cova, limpar a lama e sorrir novamente para uma conta azul!! Liguei para o meu pai, que disse: saca. Assim, pura e claramente. “Saca. Se ninguém falar nada, fica na tua. Se falarem, você combina com o banco uma forma de pagar de volta.” Me pareceu muito justo, e eu transferi o dinheiro restante (sim, pois o banco sugou a quantia que caiu, visto que eu estava com a conta roxo-fúcsia) para meu outro banco. Niiiiiiiiiiice!!!

praia1

Contei para uma galera amiga, e entre respostas como “Isso é desonesto” e “Torra tudo!”, todo mundo concordou que era uma baita sorte e que isso nunca havia acontecido com eles! Fiquei no céu. Preocupada com o erro, sabendo que isso é errado… Mas como eu estava MUITO dura, eu me reservei o direito de ficar quieta. Se me procurassem, eu pagaria de volta. Mas como o erro não foi meu, ia pedir pro banco cooperar comigo e deixar eu pagar em partes. Ficaria assim tipo um empréstimo. Ou seja: Deus continuava com a mão no meu ombro sorrindo pra mim.

Fui agora almoçar com uma amiga (almoçar não, tomar coca light. Dieta líquida pra mim até sábado), e ela disse:

“Amiga, é o seu auxilio-alfafa. Pode acreditar em mim, pois eu também recebi uns milésimos de centavos a mais este mês.”

“Não pode ser amiga, pois enviei a nota na segunda! Eles demoram sempre 5 a 7 dias pra pagar. Além do mais não foi do Bananas o depósito! Foi de uma tal empresa chamada De Macacos S/A!

“A Senzala aqui inventa moda o tempo inteiro, amiga. Vai por mim que é a alfafa. Acredita.”

Fiquei com aquilo na cabeça. Mas não acreditava, afinal, era impossível. Daí voltei do almoço e procurei o telefone do Bananas pra ligar e perguntar sobre a alfafa. Daí achei um e-mail desta empresa, meio antigo. O e-mail era mais ou menos assim:

“Blablablablabla blabla bla blablablablablabla bla blablabla blabla bla blablablabla Blablablablabla blabla bla blablablablablabla bla blablabla blabla bla blablablabla Blablablablabla blabla bla blablablablablabla bla blablabla blabla bla blablablabla Blablablablabla blabla bla blablablablablabla bla blablabla blabla bla blablablabla, bla? Blabla.

Blablabla,

Bananas / De Macacos S/A.”

...

No fim das contas, era o meu salário, mesmo. Detalhe? Transferi o resto que o banco não comeu pro outro banco, e errado. Ainda tem que extornar.

Depois quando eu olho torto pras pessoas e quero que todo mundo morra, ninguém entende o que foi. Pra ajudar eu estou com fome e não posso comer pelos próximos quase 2 dias ainda. Médico pau no cu do caralho.

Ah, e Deus? Me faz um favor, na próxima vez vê se procura outra otária pra fazer de trouxa. 

Beijonãomeligaquevousergrossa

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Resumo da Ópera

Foda-se

 

 

 

 

 

 

 

 

obs: não entendeu? Lê as categorias do Post. Beijonãomeliga.

Algumas considerações

Ontem a minha chefa chegou do Havaí e me deixou pensando o quão mais feliz eu seria se tivesse dinheiro. Além das várias fotos (um monte com o céu nublado – rá!!!), ela mostrou vídeos de um passeio de helicóptero pela ilha de Kauai, onde ela ficou e onde foi filmado King Kong e Jurassic Park. Sério, eu olhava aquelas fotos e ficava: Por mim, tava nublado mesmo… bitch. ¬¬
É um saco ter um milhão de planos dentro da mochila mas falta dinheiro pra realizá-los. Claro que sou nova e tenho a vida toda pra fazer isso, como ir pra Disney, por exemplo. E antes que voce pense Putz, que otária, com 21 anos que conhecer a Disney, rara; eu explico uma coisa que talvez faça voce entender a questão toda: foda-se o que voce pensa. A vontade é minha! 🙂 Além do mais, não fica por aí. Eu sou apaixonada por lugares históricos, romantismo bucólico e praia. Muita, MUITA praia. Tipo o Havaí. … bitch(2).
Falando em chefa vou começar a levar uma pá pro trabalho, assim quem sabe consigo ir desbravando o clima tenso, denso e cinza até chegar na minha mesa. Sério! Hoje eu entrei e me senti meio sufocada, fiquei uns 10 minutos zonza andando em círculos do lado da geladeira até alguém conseguir me enxergar através daquela névoa e me levar pra minha mesa. Hehe. Não, sério. Sabe quando te dá uma vontade absurda de estapear alguém? Pois é. Que a Nossa Senhora da Bicicleta me de equilíbrio. Se me der bom senso em vez da pá vou levar uma bomba.
E falando em bomba, mais uma vez torrei dinheiro em tempo num filme tosco. Perfume, já viu? Nem ve então. Pois imagina que voce ve um filme que acha que é sobre um louco e no final o louco é voce se achar que a história presta. Blé.
E chega. Agora vou sonhar que fui pro Havaí e voltar ao countdown pro dia 06 de dezembro chegar e eu montar logo minha mini-árvore de natal. Por hora são os melhores planos, as festas ainda vão demorar mais. Bitch. (3)

O Briefing

Eu, como publicitária especializada em Criação e trabalhando em marketing, posso dizer com toda a certeza do mundo que o vídeo a seguir é a MAIS PURA E EXATA VERDADE.

Muuuito bom!
Roubei dele.

Não ter um emprego pra reclamar tem me incomodado deveras, veja você.

Abril? Mas é DEZEMBRO!

Quando eu era pequenininha eu vinha pra São Paulo, e passava na frente da gráfica da Editora Abril, na marginal Tietê. Não sei se na época o Civita ainda era vivo, mas sei que as revistinhas da turma da Mônica todas tinham aquela árvorezinha verde no canto da capa.
Eu imaginava que lá dentro existiam pessoas muito legais e todas muito amigas, sentadas em salas arejadas e cheias de doces e brinquedos, desenhando quadrinhos em mesas-prancha com lápis de cor, canetinhas e pincéis. E eu morria de vontade de trabalhar lá dentro junto com o Maurício de Souza, que nas historinhas era o pai da Mônica, afinal quem poderia conhecer mais a Mônica que eu?

Quando em março de 2006 eu passei no processo de estágio da Abril Digital, percebi que tudo era diferente. A revistinha da Mônica não era mais da Abril, o prédio era em outra marginal e ao invés de histórias eu fabricava relatórios.

Agora abriremos aqui um parênteses: relatórios? Eu, que sempre fui tão criativa, sempre gostei de pensar, de inovar, de arrumar saídas. Eu, fazendo relatórios? Eu, pegando números de um lugar e copiando em outro? Isso mesmo. Mas não só isso, eu também atendia telefonemas e e-mails de tias da classe C (nada contra as tias da classe C) que não sabiam cancelar serviços SMS que eu, convenhamos, acho uma bobagem.
E eu passei quase 2 anos fazendo relatórios e serviços de telemarketing, minha gente. Eu, que queria trabalhar com o Maurício de Souza! 2 anos arrumando legendas de gráficos e sendo cobrada de por que é que a audiência da Nova Escola não tava lá.
Peraí, Nova Escola? EU TÔ AQUI POR CAUSA DA MÔNICA, MINHA GENTE!!! E ainda me acham desmotivada… Bem, com razão. Enquanto engavetava minhas idéias e estudava coisas que eu não gostava, eu me mostrei de muito bode. E as pessoas perceberam.

Acontece. Ano novo, vida nova! Quem sabe da próxima vez eu me encaixe numa empresa que me olhe e fale: meu, você é muito legal. E a gente quer que você faça isso ó!, e eu goste muito.
Por enquanto fica meu alívio, meu planejamento pras férias e o pensamento: será que foi culpa minha me deixar abater por más línguas e vontades?
Bem, se foi, Abril, me perdoe. Porque eu nunca vou te perdoar por não ser aquela sala legal, com plantas e pessoas sorrindo, onde todos se gostam e eu poderia respirar ar puro e ter minhas idéias coloridas.

The boy who lived there

Todo mundo que me conhece bem sabe 2 coisas bastante importantes sobre mim.

1) Acredito em fantasmas, espíritos e vidas passadas.
2) Adoro assistir documentários e vídeos interessantes no período inerte de tardes sonolentas no trabalho. (Sempre fingindo estar muitíssimo concentrada em meus afazeres, diga-se de passagem).

Unindo o útil ao agradável, encontrei hoje – mentira, um colega de trabalho tão à toa quanto eu me mandou – este documentário. São quase 47 minutos muitíssimo interessantes. Segue abaixo a sinopse e o vídeo. Assistam! É realmente interessante. Ah! Precisa saber inglês, pois não tem legenda.

Sinopse:
O documentário é a estória de Cameron, um menino inglês de 4 anos de idade que se recorda de sua vida passada. Ele descreve uma casa branca na beira da praia em Barra, na Escócia. Recorda-se dos irmãos e irmãs, do cachorro preto e branco, da cor do biquini da mãe, de aviões pousando na praia que ele podia ver da janela de seu quarto. Se lembra do nome e sobrenome de seu pai, das brincadeiras e detalhes exatos do local. Até que sua mãe e pesquisadores resolvem ir atrás de informações e estudos.


Muris in the air

Acho que posso considerar este blog como uma espécie de sanatório particular. Psicanálise digital. Do tipo: eu reclamo, você lê. =o)

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