Archive for the 'férias' Category

Por aí

Ontem eu ia na academia e não fui. Ao invés disso, eu andei muitos mil quilômetros em busca da sandália perfeita. Claro que passear em shoppings em busca da sandália mais linda do mundo é bem mais agradável que ir na academia, em tese. Mas nem foi. Não pela caça à sandália em si, mas porque eu passei a tarde inteira torta de cólica.
Depois me dei um Subway de peito de peru de presente e fui pro Espanhol.¹
Hoje eu acordei com dor de cabeça, e não ia na academia. Fui no meu shopping preferido² e, afinal, encontrei a sandália perfeita. Linda ela, em toda a beleza que um sandália que vai me deixar com muitas dores pode se resumir.
E daí, eu fui passear pelo shopping e começei, mais uma vez, a olhar com olhinhos apaixonados pra eles. Não adianta, eu não resisto. São tantos, de tantos jeitos… E eu me lembrava que com tantos ali o meu tava em casa lá, todo estropiado, mal acabado, mal cuidado e bem feio. Tantos anos com ele, não me atraía mais. Enquanto que todos aqueles ali me olhando…
E eu não resisti³. Hihi.

1- Sí, estoy estudiando español!
2- Shopping Ibirapuera. A-do-ro!
3- O verde! 🙂

Blé

Após um mês em Neverland, infelizmente tive que voltar pro mundo real, e São Paulo, muito feliz e contente por me ter de volta, presenteou-me com chuva e 18º de temperatura.
Valeu, Sampa. Depois de mar, praia e dias azuis, era exatamente disso que eu precisava. Aliás, feliz aniversário atrasado! Bla bla bla. Descobri que Radio -Taxis tem pagamento via cartão de crédito dentro do próprio carro, que a Débora Secco é bem comum e sem graçinha e que a casa da gente parece estranha depois de 1 mês longe dela.
Comi um miojo ruim com coca sem gás que achei na geladeira, e tô morrendo de saudade. Já.

Mau dia, mau dia!, diria Jack Chan.

Férias

E então eu tenho feito o que ha 2 anos vinha dizendo que queria fazer: nada.
Eu acordo num horário pseudo-tarde e fico a tôa. Vejo TV e leio e durmo o dia todo, exceto quando vou na academia fazer hidroginástica, que na minha concepção, nada mais é que diversão que dá dorzinha nas pernas depois, if you know what I mean.
Ganhei de Natal a coleção das 10 temporadas de FRIENDS do senhor D., o que me ocupa a mente um tanto de tempo por assim dizer.
Finais de semana tenho passado ou na piscina ou na praia desde o Natal, sim senhor, e amanhã vou para as “verdadeiras férias” em Florianópolis.
Agora, quer a verdade sobre o que eu acho sobre tudo isso, meu bem?
Eu acho ÓTIMO.

E assume que você tá cozinhando de inveja. Ha-ha!

Bate o sino, pequenino, sino de Belém…

Pode parecer besteira, mas o que eu mais gosto no Natal são as cores e os cheiros.
Adoro muito as luzinhas piscando, todo o dourado e vermelho, e o verde cheiroso das árvores de Natal espalhadas por ruas, shoppings e botecos de parede de azulejo. Coroas, guirlandas, enfeitinhos como renas fofas, anjinhos sorridentes e papais noéis gorduchos com botas grandes e cintos largos.
Quando eu era criança, eu ficava bastante ansiosa pela hora dos presentes. Na minha família, nós sempre, desde que me conheço por gente, nos reunimos em algum lugar e esperamos a 0h do dia 25 para dar beijos e abraços, cortar o tender com fios de ovos e trocar presentes. Acho engraçado isso. Meia-noite. Quando eu era pequena demorava tanto pra passar! E hoje chega tão rápido.
Mas enfim, me lembro de natais específicos na casa da minha tia. Não que em casa os natais não fossem bons, mas na casa dela era mais colorido. Primeiro ela ia na penitenciária (onde os presos “bonzinhos” cortavam pinheiros no Natal) e comprava o maior e mais cheio pinheiro. Daí ela pegava aquelas milhares de caixas com bolotas e enfeites coloridos e enfeitava. Nas mesas, velas. Nas portas, guirlandas. Nunca me esqueço de uma vez que a festa de Natal foi em volta da piscina ao invés de dentro do apartamento, e ela decorou um pinheirinho que tinha, de fato, no canteiro, com papais noeis de chocolate. E a comida não era churrascão ou petiscos como fazemos hoje em dia (pra evitar fazer uma mega ceia que ninguém come). A comida era peru, leitão bem crocante, tender, fios de ovos e uvas passas, nozes, castanhas e quantas mais comidas específicas existirem no mundo. E a mesa era toda decorada com enfeitinhos de Natal, e todo mundo levava os presentes e deixava nos pés da árvore, transformando o ambiente numa mistura de pacotes coloridos e luzes e cheiros que eu achava a coisa mais linda do mundo!
E é claro que eu ficava muito ansiosa pelos presentes (que na maioria eram surpresa), mas só aquela função de Noite de Natal já me deixava extasiada.
Hoje em dia eu compro os presentes, e Natal tem bem mais cara de graças-a-deus-um-tempo-pra-descansar que de Jingle Bells, mas ainda assim vale. Pois eu sei que tem e terão sempre crianças na família, que pensam como eu pensava, e que sentem como eu sentia.
Só é uma pena que hoje em dia os especiais de Natal não tem mais Esqueceram de Mim 1 e 2, e o único cheiro que eu sinto é da carne assando na churrasqueira.
Não que isso seja ruim, claro.

🙂

Abril? Mas é DEZEMBRO!

Quando eu era pequenininha eu vinha pra São Paulo, e passava na frente da gráfica da Editora Abril, na marginal Tietê. Não sei se na época o Civita ainda era vivo, mas sei que as revistinhas da turma da Mônica todas tinham aquela árvorezinha verde no canto da capa.
Eu imaginava que lá dentro existiam pessoas muito legais e todas muito amigas, sentadas em salas arejadas e cheias de doces e brinquedos, desenhando quadrinhos em mesas-prancha com lápis de cor, canetinhas e pincéis. E eu morria de vontade de trabalhar lá dentro junto com o Maurício de Souza, que nas historinhas era o pai da Mônica, afinal quem poderia conhecer mais a Mônica que eu?

Quando em março de 2006 eu passei no processo de estágio da Abril Digital, percebi que tudo era diferente. A revistinha da Mônica não era mais da Abril, o prédio era em outra marginal e ao invés de histórias eu fabricava relatórios.

Agora abriremos aqui um parênteses: relatórios? Eu, que sempre fui tão criativa, sempre gostei de pensar, de inovar, de arrumar saídas. Eu, fazendo relatórios? Eu, pegando números de um lugar e copiando em outro? Isso mesmo. Mas não só isso, eu também atendia telefonemas e e-mails de tias da classe C (nada contra as tias da classe C) que não sabiam cancelar serviços SMS que eu, convenhamos, acho uma bobagem.
E eu passei quase 2 anos fazendo relatórios e serviços de telemarketing, minha gente. Eu, que queria trabalhar com o Maurício de Souza! 2 anos arrumando legendas de gráficos e sendo cobrada de por que é que a audiência da Nova Escola não tava lá.
Peraí, Nova Escola? EU TÔ AQUI POR CAUSA DA MÔNICA, MINHA GENTE!!! E ainda me acham desmotivada… Bem, com razão. Enquanto engavetava minhas idéias e estudava coisas que eu não gostava, eu me mostrei de muito bode. E as pessoas perceberam.

Acontece. Ano novo, vida nova! Quem sabe da próxima vez eu me encaixe numa empresa que me olhe e fale: meu, você é muito legal. E a gente quer que você faça isso ó!, e eu goste muito.
Por enquanto fica meu alívio, meu planejamento pras férias e o pensamento: será que foi culpa minha me deixar abater por más línguas e vontades?
Bem, se foi, Abril, me perdoe. Porque eu nunca vou te perdoar por não ser aquela sala legal, com plantas e pessoas sorrindo, onde todos se gostam e eu poderia respirar ar puro e ter minhas idéias coloridas.

Um post cheio de assuntos

Faz mesmo muito tempo que eu não posto, e pelo visto, o meu companheiro de blog também decidiu deixar tudo aqui empoeirando. Acho que eu enquanto dona devo mesmo tomar de volta o direito de escrever no meu blog roxinho e passá-lo a alguém um pouco mais interessado no assunto. Alguém se habilita? (Sim, foi uma direta!)

Nesse tempo todo aconteceu um monte de coisas, uma, em especial, que levou às outras todas. Como muitos sabem, me formei. Eeeeee, beijos-abraços-champanhe-e-parabéns-pra-mim-olê-olê-lá. Sem brincadeiras foi o meu mais merecido Dez, dos muitos que tenho guardados (ui, bem), e demorou mais ou menos uma semana para eu perceber que a vida tem sentido após um ano inteiro praticamente sem dormir.

Primeiro foi o estado de bobeira incrédula: quê? Dez? Prêmios? Dããããã…

Segundo foi o estado de vazio interior: quê? Acabou?
Terceiro foi o estado de desespero: Ok. Me fodi, tirei dez, mas acabou. E AGORA, PORRA?!
E por último mas de maior importância, o estado em que me encontro: foda-se, tem vida pós- faculdade não é mesmo, minha gente?

E, minha gente, QUANTA VIDA. Eu tenho assistido à TV desesperadamente, lido livros, revistas, blogs, sites de fofocas. Eu tenho alugado filmes e jogado The Sims 2. E eu tenho dormido. Muita informação, né Brasil. Vamos por partes.

TV! Tv, tv, tv, tv!!!
Agora eu chego em casa às 19h e posso assistir às minhas séries! Incluindo Friends que sim, sim! Agora eu consigo assistir as reprises! Sony, Warner, People+Arts, FOX e qualquer outro lixo que esteja no ar em um dos 60 canais.

Filmes? Uma porrada.
Agora eu deito sem culpa no domingo à tarde e assisto a filmes de 2 horas de duração seguidos sem peso na consciência. Sob o Sol da Toscana, O Amor não tira Férias, Volver, Zodíaco e Piratas do Caribe III foram os mais recentes.
Livros, ah, que lindo. Já li Harry Potter, Calvin e Haroldo, e estou prestes a terminar O Talismã e começar minha coleção querida de A Torre Negra, guardada com tanto carinho e ainda intacta.

The Sims 2uma paixão.
Passo horas seguidas brincando de viver com meus sims, e tô começando a achar que espelho neles alguns dos meus desejos mais profundos. Exemplo disso é que meus sims vão pra praia mais ou menos umas 3x por semana! Hahahaha! E quero que alguém me diga que não tem graça ver o perfeccionismo do jogo. Gente, ontem minha sim ficou vermelha de sol, na praia! Pára, fiquei bege. Perfeição minha gente. Perfeição.
Tenho alguns pacotes de expansão já (Vida Noturna, Animais de Estimação e Bon Voyage), mas gostaria de ter todos os outros. Aliás, mis amigos, excelente presente de Amigo Secreto para mim!

Falando em Amigo Secreto, o da empresa é semana que vem. Faremos um happy hour – que eu poderei ir, pois não tenho outros compromissos, ca-ham – na quinta e eu já estou pré-de bode, imaginando o presente que possivelmente ganharei. Minha gente, não me dê um top de barriga de fora, que a tia não usa, ok? Eu acho que a gente deveria dizer exatamente o presente que quer, sabia? Se bem que até R$40 é difícil de se achar um presente que SE QUEIRA muito (e que ainda não se tenha comprado).

Anfam. No mais, apenas dúvidas. A uma semana do fim do contrato, não se sabe ainda meu futuro na empresa. Não que minhas férias inteiras não estejam programadas, afinal de contas, veja bem você, eu não sou assim tão idiota.
Na sexta será a Noite Top ESPM, onde premiarão os melhores PGEs e blablabla. Mistura de dor e alívio – provavelmente será a última vez que coloco os pés no auditório Philip Kotler, senhor de tantas angústias dessa minha passada vida estudantil.

Aliás, falando em Kotler, quero saber o que é que vou fazer com o livro daquele velho safado que comprei no 1º semestre.

Se valer 60 pila eu compro uma expansão do The Sims 2.


Ai…

Falta muito pro verão?

Muris in the air

Acho que posso considerar este blog como uma espécie de sanatório particular. Psicanálise digital. Do tipo: eu reclamo, você lê. =o)

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